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Ver todos 05 de abril

Alunas do Colégio Positivo são premiadas na USP

Dois trabalhos científicos do Colégio Positivo foram reconhecidos como destaque na Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (FEBRACE), que aconteceu de 21 a 23 de março, na Universidade de São Paulo (USP). A estudante do 1° ano do Ensino Médio, Luiza Detzel ficou em 3º lugar entre os projetos de Ciências Humanas, com um estudo sobre a origem da honestidade. Já as estudantes do 2° ano do Ensino Médio, Cindy Maureen e Júlia Beatriz Vaz de Oliveira, receberam o prêmio da Revista InCiência, que publicará o artigo das alunas sobre o Innovative Absorbent Gel (Gel Absorvente Inovador), destaque por apontar uma solução contra a proliferação do Aedes Aegypti. Leia mais e conheça os projetos das alunas.

O projeto da aluna Luiza Detzel, orientado pela professora de Língua Portuguesa, Claudia Cristiane Secco Morgenstern, teve como objetivo descobrir se a honestidade é herdada ou moldada pela influência da sociedade. Já o das alunas do 2° ano do Ensino Médio, Cindy Maureen e Júlia Beatriz Vaz de Oliveira, consistiu em utilizar um polímero superabsorvente que, quando em contato com a água, cria uma espécie de gel, impedindo que as larvas se desenvolvam. O projeto foi elaborado com o auxílio do professor de Biologia do Colégio Positivo, Guilherme Rodrigo Teitge e do professor da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Paulo C. Bega.
A feira, que acontece desde 2003, contou com mais de dois mil projetos inscritos neste ano, sendo apenas 346 selecionados para a etapa final de mostras. Segundo a professora Irinéia Inês Scota, coordenadora da Mostra de Soluções do Colégio Positivo, estudantes que participam de um evento como a Febrace têm a oportunidade de desenvolver projetos investigativos criativos e significativos para a sociedade. "Por isso, nós incentivamos nossos alunos a se envolverem com assuntos que estimulam o empreendedorismo, a criatividade, a inovação e o espírito científico", salienta. 

Para Júlia receber a motivação do Colégio Positivo e dos professores foi essencial. "A educação que tivemos voltada para a ciência e os projetos da escola, como a Mostra de Soluções, realmente geram frutos muito bons, não só como a Febrace, mas também na formação de alunos que têm a curiosidade e a mentalidade científica", afirma.